ARTISTAS DE MOSSORÓ "ENTERRAM" MUSEU MUNICIPAL E TEATRO LAURO MONTE FILHO EM FORMA DE PROTESTO.
"Esse
ato é uma forma de demonstrar a revolta dos artistas de Mossoró, em
todos os seus núcleos, com o descaso do poder público com a cultura na
nossa cidade. Queremos mais apoio, um alicerce substancial para podermos
continuar desenvolvendo a nossa arte. Mossoró não é uma cidade
cultural, isso é uma fantasia", destaca o artista plástico Rogério Dias.
A concentração do manifesto começou na praça em frente ao Museu. Lá, os artistas entoaram cantos que remetiam a velórios, e depositaram coroa fúnebre no prédio, que só agora está passando por uma reforma, mais de 10 anos após ter sido parcialmente interditado.
"A propaganda oficial do poder público municipal diz uma coisa e a realidade é outra. O que existe hoje de apoio aos artistas da cidade é R$ 160 mil, do prêmio Fomento, distribuídos para todo mundo, e mesmo assim os artistas passam cinco ou seis meses para receber o dinheiro", frisa o diretor do grupo teatral O Pessoal do Tarará, Dionízio do Apodi, um dos organizadores do protesto.
Após o sepultamento simbólico do Museu Lauro da Escóssia, o grupo seguiu em caminhada até o Teatro Lauro Monte Filho, onde os artistas leram um documento denunciando a sua real situação na cidade. "Precisamos enterrar a demagogia que existe atualmente, dar um basta nisso tudo e não são apenas esses dois pontos que estão sendo sepultados, o problema é bem maior", desabafou Dionízio do Apodi.
A concentração do manifesto começou na praça em frente ao Museu. Lá, os artistas entoaram cantos que remetiam a velórios, e depositaram coroa fúnebre no prédio, que só agora está passando por uma reforma, mais de 10 anos após ter sido parcialmente interditado.
"A propaganda oficial do poder público municipal diz uma coisa e a realidade é outra. O que existe hoje de apoio aos artistas da cidade é R$ 160 mil, do prêmio Fomento, distribuídos para todo mundo, e mesmo assim os artistas passam cinco ou seis meses para receber o dinheiro", frisa o diretor do grupo teatral O Pessoal do Tarará, Dionízio do Apodi, um dos organizadores do protesto.
Após o sepultamento simbólico do Museu Lauro da Escóssia, o grupo seguiu em caminhada até o Teatro Lauro Monte Filho, onde os artistas leram um documento denunciando a sua real situação na cidade. "Precisamos enterrar a demagogia que existe atualmente, dar um basta nisso tudo e não são apenas esses dois pontos que estão sendo sepultados, o problema é bem maior", desabafou Dionízio do Apodi.
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